Começo esta postagem ainda em casa,
em meio à bagunça de malas e outras coisas.
...
Continuo agora, do aeroporto.
À espera de um voo que eu não imaginava fazer no início deste ano.
Estar aqui é pensar sobre partidas e chegadas.
Sobre o que precisei deixar ir
para que algo novo pudesse existir.
Este foi um ano de atravessar medos
e seguir mesmo sem caminhos prontos.
Como escreveu Antonio Machado:
“Caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao andar.”

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